Quero alertar as pessoas que estão adquirindo TV’s de olho na nova tecnologia. A nova TV Digital, conforme foi discutida pelo governo, nada tem a ver com simples transmissões com maior qualidade de som e imagem. A proposta é sim para algo interativo, que possibilite a conexão com internet, comunicação é vários outros. A mesma conceitualmente deverá se comunicar entre inúmeros tipos de aparelhos, principalmente os gadgets. Observem que para existir interatividade é necessário um software para tal. O software desenvolvido é o middleware … leia mais ‘TV digital, a hora é agora?’
Arquivo para 'Hardware'
Cada dia mais se torna comum os Casemods de gabinetes, monitores, teclados e outros. Nada tão bom para se impressionar os amigos como uma alteração muito bem feita em seu equipamento.
Vale usar bem a criatividade, neons, controladores Fan, Lasergrills, Baias modificadas, Janelas Laterais, superiores, Fontes de alimentação com case de acrílico, gabinetes de acrílico, cortes especiais das laterais, abertura inferior no gabinete para que o neon reflita na mesa. Existem outros menos visíveis e por isso mais valorizados, como esconder um drive de DVD no meio das baias e ativá-lo com apenas um toque na mesma. A utilização de medidores de temperaturas, rotação dos fans e organizadores especiais de cabos também é muito apreciada. O trunfo está mesmo na utilização de lâmpadas de luz negra, pouco conhecidas no Brasil. Tais lâmpadas emitem raios ultravioletas (não nocivos) que reagem com componentes reagentes. São utilizados acrílicos e tintas com tais reagentes, dando um efeito forte de luminescência. Ainda existem adesivos semi-transparentes capazes do mesmo efeito.
Para a montagem de um casemod completo, com grandes alterações no gabinete, é necessário muita perícia, máquinas de corte, como uma serra tico-tico ou uma mini-retífica. Além de paciência e criatividade. Um casemod completo não tem um custo inferior a R$ 150,00 (hoje 08/02/08).
Estamos inciando uma divisão de casemods e todos os feitos terão as fotos expostas no site daqui pra frente. O mais importante é não tirar os olhos do trabalho, pois uma falha pode ser fatal para o design final do equipamento.
Veja algumas fotos de casemods:
Ao iniciarmos a produção organizaremos formas de disponibilizar encomendas.
Grande abraço.
Vamos começar uma série falando sobre ferramentas de Assistência Técnicas de Computadores e Redes. O Punch Down (Soco para baixo) é uma ferramenta versátil, tão útil quanto um alicate de crimpar conectores. O mesmo é utilizado para colocar cabos de redes em
tomadas (Cabos UTP Cat5e).
Para fazer uma boa inserção dos cabos no plug, você deve primeiramente desencapar 10cm do fio protetor (aquele que guarda os pares trançados – não desencape jamais os nenhum fio dos pares). Após fazer isso o ideal é separar cada um dos pares e puxar o filete de nylon por mais 5 a 10 cm, ele vai rasgar o encapamento externo. Corte o excesso, uns 4 cm. Depois disso separe os c
abos até a parte rasgada do encapamento externo. Após fazer isso estamos prontos para colocar os fios dentro dos encaixes do plug fêmea do cat5e. Coloque o primeiro fio e observa a cor, normalmente todo plug vem com as próprias instruções de cor.
Alguns Punch Down possuem um lado que corta o fio, deixe o mesmo voltado para fora do adaptador, se for o seu caso. Faça o mesmo procedimento com todos os fios (não se esqueça da lateral com corte de sua ferramenta). O ponto de boa fixação é quando a mola
do punch down faz um barulho mais forte, como impacto (o que realmente acontece). Tire o excesso da capa externa e depois insira a parte superior do plug, que garante que os fios não soltarão. Ao fixar na parede, deixe os contatos na parte superior da tomada, de forma que evite que resíduos caiam sobre eles, isso evita a oxidação (boa parte dela).
Assista também:
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O assunto desta postagem é a grande dificuldade em escolher qual o tipo de monitor melhor se enquadra ao seu perfil. Como todo componente na área de tecnologia, podemos
dar diferentes aplicações a cada um, vantagens e desvantagens. A pergunta é: para que você vai precisar do monitor?
Primeiro vamos explicar alguns pontos. O monitor CRT, aquele que utiliza um tubo de imagem, forma sua imagem a partir de milhares de mini-pontos de luz na tela, que piscam numa freqüência média de 60 vezes por segundo (claro que existem exceções). O número de vezes que pisca determina o quão veloz ele pode ser ao dar respostas aos impulsos do cartão de vídeo. Naturalmente uma fonte de luz deste tipo é altamente prejudicial a sua saúde visual. Imagine quantas vezes o monitor pisca na sua frente durante 1 hora. Esta exposição causa inicialmente um cansaço visual.
Logicamente o monitor crt não tem apenas desvantagens. A formação das imagens dele é boa em todas as resoluções (diferente dos LCD), o que é bom quando se trata de jogos de
computador, pois é quase impossível você ter uma placa de vídeo que rode qualquer jogo bem em resolução máxima. Esta questão de resolução também é fundamental para o conforto da maioria dos indivíduos, que podem, por exemplo, com um monitor de 17″, ter uma ótima visualização numa resolução de 1024x 768, o que já não ficaria legal num monitor LCD. A fidelidade das cores também é outro ponto forte, o que faz com que seja indicado para trabalhos de marketing (veja informações sobre diferenças entre RGB e CMYK).
Na questão da utilização proveitosa de energia, sabe-se que os monitores LCD são muito mais econômicos que os CRT de mesmo tamanho de tela. A imagem do LCD é formada por cristal líquido. O mesmo é utilizado para desenhar na tela (mesmo não tendo uma consistência necessariamente líquida), fazendo que a imagem se forme, não necessitando de piscar, logo não prejudica os olhos como o CRT (mas ainda prejudica). A formação de imagens no monitor LCD tem uma resolução ideal para cada tamanho de tela. Se a resolução não é respeitada, a imagem fica com pequenas imperfeições, principalmente textos e texturas 3D. Daí a pequena indicação para pessoas que não tem uma placa de vídeo a altura. Se caso você utilizar um destes monitores de 17″, a resolução ideal é de 1280 x 1024 (telas normais, não widescreen). Tendo uma resolução ideal tão alta fica difícil para muitas placas de vídeo atingir isso num jogo 3D de gráficos carregados, logo a imagem sendo reduzida para 1024 x 768, ou até 800 x 600 apresentará imperfeições. O tempo de resposta entre os dois tipos de monitores também é diferente. Enquanto que num monitor CRT o tempo pode ser 8 a 12 ns, o LCD consegue alcançar (na maioria dos modelos) apenas 12 ns, o que poderá ser notado na formação de imagens com gráficos 3D de alta resolução e velocidade, como em jogos de corrida.
Quanto a vida útil, os dois tem em média a mesma vida, em torno de 20 anos. Em questões ecológicas, na maioria de seus modelos existe a presença de elementos químicos que agridem a natureza e tem demorada composição.
Campos magnéticos: monitores CRT tem altíssimo campo magnético e podem sofrer muito com os mesmos, já os LCD não produzem tanto campo magnético, o que é bom se você precisar colocar um monitor do lado do outro.
Agora vale você analisar bem sua necessidade antes de comprar.
Grande abraço.
