Funcionário, ou melhor, colaborador são as pessoas as quais trabalham em uma empresa afim de prestarem seus serviços para atingirem uma meta estabelecida com comum objetivo dentro da organização, e como prêmio, vamos dizer assim, o salário no final do mês. Mas é assim mesmo que o funcionário pensa?
Na verdade, não é somente a questão financeira que motiva o funcionário a cumprir com eficiência suas atividades, mas são vários os aspectos que sustentam a credibilidade do funcionário para com a organização.
Imagine aquele funcionário que é um exemplo de trabalho, eficiente, responsável, confiante, praticamente um líder nato, de repente resolve “chutar o balde”, simplesmente porque cansou de seu ambiente de trabalho, ou na verdade, omitiu que a verdadeira desistência foram causas mais justificáveis, como exemplo, o apoio moral, a desmotivação, a pressão abusiva e desnecessária.
Sabemos que trabalhar sobre pressão causa desgaste, intolerãncia e principalmente desmotivação, independente do salário e benefícios que uma empresa pode oferecer. Trabalhar com respeito, transparência e valorização são os fundamentos básicos para a garantia do sucesso das organizações, para que nenhum funcionário não abandone o emprego repentinamente.
No mundo de hoje, globalizado, as pessoas simplesmente estão deixando dominar-se pela tecnologia e esquecendo que existem outras formas de conquistar seus sonhos e desejos, pelo slimples ato de um abraço, um aperto de mão, uma palavra amiga, um beijo de solidariedade.
Essa forma de relacionamento é indispensável para que as atividades sejam concretizadas com êxito dentro das organizações, tais consideradas nossa família por opção. O funcionário antes de tomar qualquer decisão inesperada pensa dez vez antes de agir, não querendo prejudicar a si próprio e nem a empresa, para que ambas saiam satisfeitas.
O funcionário que abandona uma empresa por insatisfação torna-se o pior inimigo da organização, o cliente indesejado, fluindo uma propaganda ofensiva descreditando a funcionalidade da empresa e distribuindo más deixas, o que as vezes causa um certo declínio e atrasos no comprometimento do papel da empresa.
Administrar não são só estudos, não é ser o superior, não é apenas mandar e desmandar, é ter sabedoria, é relacionamento, é comprometimento, é humildade, respeito e visão de águia. Seja coerente e visionário, olhe seus funcionários não como números ou valores, mas como pessoas com sentimentos, como vasos de cristais, pois são eles a essência de sobrevivência de sua organização, a solidez de seu sucesso.
Pense e reflita, administrar é saber respeitar.
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