Quem se lembra ou estudou a ditadura militar? Quem já ouviu falar em Cuba? Quem conhece os costumes políticos do Oriente Médio? Creio que a imagem que se forma é a da dificuldade ou da total falta de poder de expressão ou da liberdade de ir e vir, de fazer o que se gosta, respeitando o próximo, é claro.
Quero logo deixar bem claro, eu não sou a favor de violência, crimes e qualquer outra coisa do tipo. Sou sim a favor da LIBERDADE DE ESCOLHA. Volto a lembrar o dito a poucos dias em outro artigo (Deus criou o homem, a Microsoft quer criar o verdadeiro Big Brother), você é quem decide o caminho que quer seguir e o que deseja fazer.
Virou assunto de discussão, já que alguns pais tem manifestado-se contra a proibição, dizendo que deixarão seus filhos continuar a jogar os títulos proibidos. Em sua opinião, a mãe de um jogador menor, afirma que a sua casa é o seu domínio e que não irá deixar que um Juíz, por exemplo, pense que pode educar seus filhos. Já que os menores nem sempre são influenciáveis a tais tipos de jogos. Segundo especialistas, depende muito do meio em que um jovem vive para que ele seja influenciado. Somente pessoas que já tem isso como realidade são reais alvos para executar na vida real o que fazem virtualmente.
Muitos porém estão apoiando a proibição, baseando-se no argumento que a Sociedade Brasileira não sabe lidar com a violência.
Os jogos não são sempre desenvolvidos para crianças. Muitos jogos tem teor adulto e são desenvolvidos para os tais. Existem certas culturas que todas as faixas etárias costumam jogar, desde criança, um bom exemplo é o Japão - o que não faz de tal país uma sociedade violenta.
A questão de proibir jogos, de um ponto de vista um tanto que alheio ao meio, é apenas uma forma de alguns políticos quererem “mostrar serviço”, enquanto a polêmica se instaura no país, os olhos são retirados do planalto central e as coisas “esfriam para o lado deles”.
Como já há muito se fala, a censura é burra. Quanto mais facilidade um governo tem para censurar as pequenas coisas, mais facilidade terá para ocultar as grandes.
Imagine você! Perde meses para se desenvolver um jogo, com diversos recursos, desejoso de um público específicamente adulto e um político se junta a um grupo de outros para barrar que seu produto circule no mercado, simplesmente porque acredita que vai ser melhor para sociedade: “Jovens não devem ficar expostos a tais coisas”.
O papel do governo é classificar o conteúdo, as pessoas, principalmente os pais, devem decidir como melhor utilizar tais informações. A classificação, logo, deve ser cumprida por estabelecimentos públicos. Todavia em cada lar, os pais devem observar seus filhos e decidir como educá-los da melhor maneira possível.
Se direitos como este não forem respeitado, logo nos veremos na péssima posição que muitos pais americanos vivem:
Não podem corrigir seu filhos, pois os mesmos são estimulados a ligar para 911, mas quando se transformam em adultos sem nenhum respeito, limite ou valores o estado pode levá-los a cadeira elétrica.
E você, acha justo alguém decidir como funcionará seu lar?
Grande abraço.
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